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Gaturamo

Gaturamo

Desde moleque os pássaros sempre me chamaram muito a atenção. Durante parte da minha infância, juventude e idade adulta os criei presos em gaiolas como forma de tê-los mais perto e poder melhor admirar seu canto e sua beleza.

Acho que os passarinheiros sérios e que pautam sua conduta pelas regras do IBAMA são injustiçados pela conduta de pessoas sem informação e da má fé dos que deliberadamente capturam na natureza e traficam. Sem a atuação dos passarinheiros sérios, que se tornaram preservadores, algumas espécies como o Bicudo e o Curió, por exemplo, já teriam desaparecido. Mas isso é outra estória.

Atualmente não os tenho mais presos. No meu quintal por detrás de minhas janelas ou sentado no banco os aprecio comendo as goiabas, mamões, mangas, bananas, amoras ou visitando as flores. As espécies são várias: Sabiás, Tizis, Coleiros, Sanhaços, Saíras, Gargantas de ferro, Mariquitas, Gaturamos, Cambaxirras, beija-flores e outras espécies que eu não identifico, mas conheço bem de perto. Aparecem sempre por aqui.

Desde minha infância a diversidade e o número de aves foram decaindo. Os antigos falavam em Chanchão, Tico-tico, Melros, entre outros. Algumas espécies persistem, já outras não resistem a tanta intervenção em seu habitat e vão procurar outras paragens mais seguras e com mais alimentos.

Os frugívoros são sempre um espetáculo à parte, na disputa por alimento. Esse espetáculo aprendi a admirar apenas como espectador e agradecer por ser privilegiado por ter meu quintal visitado por eles, que sempre se anunciam com seus cantos e chamados. Por aqui há sempre algo convidativo.

As cidades deveriam preservar suas áreas verdes e entender que eles, muito antes de nós já estavam onde hoje se erguem casas e edifícios. Devemos nos preocupar com o cultivo de flores e de árvores frutíferas que serão benéficas para nós, mas fundamentais para os pássaros.

Devemos aprender a apreciar e respeitar esses seres tão importantes em nosso ecossistema e que são sempre relegados a segundo plano ante a cobiça humana. O dia em que os homens entenderem a simplicidade da vida dos pássaros, que não precisam mais do que o suficiente para viver em um dia, sendo sempre agraciados pela generosidade da natureza, pode ser que a vida evolua em nosso planeta.

Saíra Azul

Saíra Azul

Sanhaço Azul

Sanhaço Azul

Cambacicas

Cambacicas

Cambaxirra

Cambaxirra

Superadobe

O superadobe é uma das técnicas mais econômicas de construção existentes, pois aproveita o solo do próprio local como material de edificação. Seu criador é o iraniano Nader Khalili, que foi premiado em primeiro lugar em um concurso promovido pela NASA para construção de uma base em solo lunar.

A técnica consiste no empilhamento de sacos de terra ou em forma de tubo feitos de polipropileno empilhados e socados com uma umidade de mais ou menos 20%.

Resolvi fazer um experimento que embora pequeno, demonstra bem como a técnica pode ser utilizada em outras situações, como contenção de encostas e voçorocas. Uma variação dessa técnica se chama solo cimento, onde como o próprio nome já diz usa-se terra misturada com cimento numa proporção mínima de 10:1 para muros e contenção de encostas.

No nosso caso optei apenas pela utilização da terra umedecida e socada, que é o superadobe. Cavei uma parte do terreno na lateral da casa onde ficará a caixa que servirá de reservatório para a captação de água da chuva. Como o local não era muito regular acabei ficando sem espaço na beirada para que a caixa ficasse bem assentada.

Usei então a técnica de superadobe com sacos de polipropileno e a própria terra que saiu da escavação para dar uma regularizada no terreno e resolver o problema do assentamento da caixa.

Usei uma tela para cobertura com terra para a proteção da parede do talude e para melhorar o aspecto visual. Agora você deve se perguntar: quanto ele gastou nisso? Gastei muitas calorias e pouquíssimo dinheiro. A tela é de reuso e foi retirada de uma expansão que foi feita no galinheiro, a terra usada foi obtida no processo de cavação e os sacos de polipropileno foram reutilizados, pois tinham sido jogados fora por alguém que não sabe o real valor desse material. Comprei apenas mais três a R$1,00 cada.

Em suma, podemos fazer coisas significativas gastando pouco ou quase nada de grana com o reaproveitamento de materiais e com técnicas de baixíssimo impacto ambiental.

Talude antes do corte

Talude antes do corte

Talude depois do corte e com os sacos sendo empilhados

Talude depois do corte e com os sacos sendo empilhados

Sacos já na altura determinada para o assentamento da caisa d'água

Sacos já na altura determinada para o assentamento da caisa d'água

Toda a terra retirada na cavação é reutilizada no enchimento dos sacos

Toda a terra retirada na cavação é reutilizada no enchimento dos sacos

Construção de uma habitação com superadobe

Construção de uma habitação com superadobe

Desde que começamos a utilizar as práticas agroecológicas em nosso quintal, criando o nosso jardim comestível, entendemos que a simplicidade dos conceitos nem sempre se aplicam no dia a dia.

Quero dizer com isso que, às vezes, achamos muito fácil desenvolver determinada tarefa, como por exemplo, aplicar o composto no solo e achar que tudo vai ficar legal.

Acontece que só as plantas é que vão nos dizer, através de sua resposta se a adubação foi correta ou não. A aparência das folhas, seu tamanho e a ausência dos frutos são os sintomas mais patentes de problemas com a adubação.

Aqui em casa, o solo parece ser muito ácido, pela presença de samambaias e avencas, por exemplo. Estamos sempre nos preocupando com a compostagem, pois só através dela podemos obter a matéria orgânica que precisamos. Sem matéria orgânica, as plantas não dão as respostas esperadas.

Depois que fizemos o canteiro, vimos que os nossos maiores problemas seriam a falta de sol no outono/inverno e a produção de composto para a adubação.

No inverno o canteiro se ressentiu com a diminuição de sol e foi necessário podar um pé de jamelão do vizinho e nossa goiabeira e pitangueira para procurar amenizar um pouco o problema. Em relação ao composto, estamos em franca produção com 4 latas curtindo, além do esterco das galinhas, que assim que estiver no ponto vai ser aplicado no canteiro e nas frutíferas.

Em meio à variedade que plantamos, algumas não se deram muito bem, como a sálvia. Outras foram atacadas severamente por pragas, mesmo com o uso da calda de fumo, como o manjericão roxo, mas conseguimos fazer colheita da maioria.

Sem dúvida, alguns percalços acontecem, mas nada como a prática para aperfeiçoar nosso entendimento sobre a dinâmica das coisas.

OCUPAÇÃO VERDE -  IEPIC

Hoje, dia 20 de junho, estive pela manhã no Colégio Universitário da UFF junto com os colegas do MAE (Mutirão de Agricultura Ecológica) para participar do Sábado Letivo. O nome do evento era De Olho no Meio Ambiente, que é uma iniciativa do próprio colégio com a finalidade de aproximar a família e a comunidade da escola, obtendo mais conhecimentos sobre o meio ambiente.

Foi um dia dedicado a algumas ações ecológicas como oficina de compostagem e de jardinagem. Na oficina de compostagem depositamos em um buraco perto do refeitório as sobras orgânicas trazidas da cozinha do colégio misturadas a folhas e terra, explicando aos curiosos alunos como se dá o processo de transformação em adubo.

Na oficina de jardinagem plantamos mudas de cana do brejo e erva cidreira em um canteiro com forma de boneco. A idéia seria plantar em cada parte do corpo uma espécie correspondente. Ex: A cana do brejo foi plantada perto dos rins por tratar de enfermidades do sistema renal.

As crianças tiveram participação bastante ativa nos trabalhos e não desgrudaram das ferramentas. Também plantamos mudas de pau-brasil e coqueiro anão no jardim.

Tivemos a ótima notícia de que a direção do colégio está pensando em fazer uma horta escolar. Desde já, nos colocamos à disposição para colaborar na construção dessa idéia.

A iniciativa da escola para a aproximação dos alunos com esse tipo de trabalho é ótima, visto serem atividades multidisciplinares que podem ajudar muito no aprendizado de conceitos básicos requeridos no ensino fundamental.

Vamos torcer para que haja continuidade nas atividades e que os professores possam utilizar estas práticas no dia a dia junto com suas disciplinas.

 

As crianças abrindo o berço para mais uma muda.
As crianças abrindo o berço para mais uma muda.
Muda de coqueiro anão sendo plantada com a ajuda dos pais.

Muda de coqueiro anão sendo plantada com a ajuda dos pais.

O plantio das ervas na oficina de jardinagem.

O plantio das ervas na oficina de jardinagem.

Verificando os restos orgânicos na oficina de compostagem.

Verificando os restos orgânicos na oficina de compostagem.

Compostagem

Agora anda na moda e todo mundo fala dela, mas esse é um processo tão antigo quanto a vida em nossa própria terra.

A compostagem é a decomposição dos materiais presentes na natureza. Troncos, folhas, raízes, animais mortos, frutos, etc. Dentro de uma floresta com a vida em sua plenitude esse processo acontece naturalmente, provendo o alimentos para as árvores e enriquecendo cada vez mais o solo através de sua continuidade.

Atualmente, procuramos trazer esse processo para o nosso quintal de forma controlada.

Aqui em casa utilizamos latas de 18 litros que apanhamos nas ruas e reutilizamos com sucesso. Elas ocupam pequenos espaços e podem ser empilhadas, inclusive. Algumas pessoas usam outros materiais como latões maiores, tambores, caixas de madeira ou simplesmente fazem montes de compostagem.

Em nosso caso, o processo consiste em fazer furos na lata para que o chorume saia e o ar entre. Intercalamos materiais secos com úmidos. Começamos com uma camada de palha e outra de matéria orgânica, que pode ser casca de ovo esmagada, cascas de legumes ou frutas, folhas e até resto de comida sem gordura. É importante que os pedaços sejam picados ou triturados afim de facilitar todo o processo. Devemos evitar colocar restos de carne, pois pode atrair os indesejáveis ratos e as moscas. Alternamos entre camadas de materiais orgânicos e palha seca ou folhas de jardim e terra também, até que a lata esteja cheia.

Depois disso é deixar a lata tampada com uma peça de cerâmica, por exemplo, em um canto protegido do sol direto e da chuva e a natureza fará o resto, transformando todo o material ao longo do tempo, que varia de 3 a 6 meses.

No fim teremos um material de cor preta ou castanha, com aspecto homogêneo que lembra borra de café com cheiro de terra e de mato, que chamamos de composto.

 Através da compostagem podemos resolver um dos problemas que nos assolam atualmente que é a questão do lixo nas cidades, além de produzirmos um composto de grande utilidade para as nossas plantações.

Se separarmos o nosso lixo em materiais orgânicos e não orgânicos, já estaremos contribuindo de alguma forma para não aumentar esse problema, pois a matéria orgânica que vai para os lixões é a responsável através de sua decomposição, pela contaminação do solo e dos lençóis freáticos pela liberação do chorume, que é o líquido liberado no processo de decomposição.

Para quem tem uma horta, como nós, o processo de compostagem é um grande aliado, pois nos dá um composto de boa qualidade, rico em matéria orgânica para qualquer tipo de planta.

Atualmente, esse assunto anda tão em evidência que já inventaram inclusive uma maneira de você fazer sua compostagem em pequenos espaços, como apartamentos.

Tornando a compostagem uma prática, trabalhamos pela melhoria da qualidade dos solos, das plantas e respectivamente de nossa saúde, utilizando um adubo de procedência conhecida, de boa qualidade e livre de produtos químicos ao mesmo tempo que nos conscientizamos que esse é um dos passos no caminho para a melhoria da condição ambiental em nosso planeta.

Nosso composto em lata coberto com terra e folhas do jardim.

Nosso composto em lata coberto com terra e folhas do jardim.

Esterco de galinha misturado com palha e terra. Também é colocado no composto da lata.

Esterco de galinha misturado com palha e terra. Também é colocado no composto da lata.

Pimentão bolsa de frade produzindo em solo adubado com o composto feito por nós.

Pimentão bolsa de frade produzindo em solo adubado com o composto feito por nós.

Quando descobrimos o prazer de se ter um jardim em nossa casa, trazendo sua beleza e a presença agradável dos animais do entorno, também descobrimos que ele pode ser muito útil.

Além da beleza das plantas ornamentais, podemos ter legumes, hortaliças, frutíferas e medicinais em perfeita harmonia, suprindo as mais diversas necessidades.

Aqui em casa, por exemplo, temos goiaba, chuchu, pitanga, banana, coqueiro, cacau, bertalha, capim limão, acerola, nirá, coentro, abacaxi, tanchagem, dente de leão, mamão, amarílis, figo, boldo, além de outros.

É uma delícia estar fazendo aquele comidinha gostosa e ir buscar os temperos logo ali em frente a nossa porta, bem fresquinhos, fazer um cházinho na hora de dormir e tirar uma fruta madurinha do pé.

Utilizamos os princípios da agroecologia, onde a diversidade traz o equilíbrio tão desejado à saúde das plantas e do solo para termos um ambiente onde os ciclos da vida se cumprem.

No meio de tanta perfeição, nosso trabalho consiste apenas em prover as condições necessárias inicialmente para manter esse equilíbrio. Mesmo assim não é um trabalho fácil, pois envolve percepção, observação, tempo, paciência e um pouco de conhecimento.

Os jardins comestíveis servem à visão, ao olfato, ao tato e ao paladar, além de serem uma ótima terapia, sempre com a recompensa de colher os frutos de nosso prazeroso trabalho.

Couve e pimenta dedo de moça.

Couve e pimenta dedo de moça.

No jardim estão presentes o abacaxi, a tanchagem e o clorofito.

No jardim estão presentes o abacaxi, a tanchagem e o clorofito.

Exemplo de cooperação entre a goiabeira e o chuchu.

Exemplo de cooperação entre a goiabeira e o chuchu.

Em nosso jardim também marcam presença a banana nanica em plena produção e o coqueiro anão (ao fundo).

Em nosso jardim também marcam presença a banana nanica em plena produção e o coqueiro anão (ao fundo).

A galinha é um animal de muitas utilidades para um sistema permacultural. Com ela quase nada se perde.

Temos o privilégio de viver em um centro urbano e ter um espaço para fazer a nossa criação. Por aqui ainda se ouve o som da roça, o canto do galo e o cacarejar das galinhas todas as manhãs.

Dentro do sistema permacultural, nossas galinhas cumprem um papel importante na ciclagem de matéria orgânica e nutrientes.

Elas aproveitam nossas sobras de comida e cascas de frutas e verduras que iriam direto pro lixo (ou para a compostagem, como no nosso caso), tendo o milho como base de sua alimentação. O esterco e as penas vão para a compostagem e após curtido volta para a nossa horta, completando o ciclo.

Aqui em nosso terreno temos atualmente duas famílias de galinhas e uma delas está com 6 pintos se desenvolvendo perfeitamente. Já tínhamos quatro (3 galinhas e 1 galo) e tivemos a oportunidade de trazer mais uma família com cinco (4 galinhas e 1 galo). Essa última família foi um presente de amigos vizinhos que estavam querendo se desfazer da criação. Lá, elas não tinham nem galinheiro pra dormir e à noite iam para as árvores.

Foi um desafio capturá-las. Tivemos que usar de astúcia, fazendo uma arapuca com uma porta de tela para pegá-las. Posso definir como um trabalho de profunda paciência antes de tudo.

Nós aqui em casa, desde o começo da criação dispúnhamos de um galinheiro para acomodá-las e protegê-las do mau tempo e de possíveis predadores. Ele foi dividido para acomodar todas elas e prevenir os conflitos tanto entre os galos como entre as galinhas (sim, as galinhas também brigam). A maioria das galinhas e galos adultos mestiços se são estranhos uns aos outros, quando juntos geralmente brigam e isso pode nos trazer sérios prejuízos. Então devemos fazer o possível para que isso seja evitado.

Em nosso caso deveremos ter paciência para que elas se acostumem e possam ser soltas juntas sem problemas. Isso deverá levar um tempo de adaptação. Aqui, as que já estão acostumadas saem todos os dias para ciscar e caminhar pelo quintal, indo para o galinheiro à noite.

Quando soltas elas também cumprem o papel de controle de insetos e ervas no quintal. Em nosso sistema elas nos dão carne e ovos para a alimentação. Nada se compara a uma receita feita com ovos de galinha caipira. E a galinha à cabidela? Uma delícia!

São bem prolíficas. Nossas galinhas geralmente chocam entre 8 a 10 ovos e em pouco tempo já poderemos suprir as necessidades de ovos e carne da família, sem precisar ir ao mercado.

O galo e as galinhas no galinheiro construído em sua maior parte com materiais de reaproveitamento.

O galo e as galinhas no galinheiro construído em sua maior parte com materiais de reaproveitamento.

Ovos esperando para serem chocados. Pra quem nunca viu, aqui tem até ovo azul.

Ovos esperando para serem chocados. Pra quem nunca viu, aqui tem até ovo azul.

A galinha e os pintos ciscando pelo quintal.

A galinha e os pintos ciscando pelo quintal.

De acordo com os princípios da permacultura, cada elemento dentro de um sistema deve exercer no mínimo duas funções.

No caso específico do bambu, essa gramínea de grande utilidade, várias funções são cumpridas.

No passado ele foi plantado aqui pelo meu avô com a intenção de cercar o terreno. Hoje ele cumpre as funções de conter encosta, prover a cama de palha para as galinhas, tutor de plantas, vara de apanhar frutas e pequenas construções como cerca e galinheiro.

Atualmente descobri uma de suas facetas: o artesanato. Tocheiros, cachepôs, incensários, castiçais, luminárias, suporte de plantas, mensageiros dos ventos…

É prazeroso trabalhar com um material tão versátil e que em troca pede muito pouco para continuar produzindo.

Recentemente presenciamos um espetáculo raro que é o de sua floração. Segundo os entendidos, leva 30 a 50 anos para florescer e depois disso ele pode morrer.

Nesse caso, fomos duplamente beneficiados pois ele ainda está lá em toda a sua plenitude com seus novos brotos prenunciando um futuro de boas colheitas.

O bambusa vulgaris plantado em nosso quintal. Mil e uma utilidades.

O bambusa vulgaris plantado em nosso quintal. Mil e uma utilidades.

Bambu usado para fazer o telhado do galinheiro.

Bambu usado para fazer o telhado do galinheiro.

Um dos trabalhos que desenvolvi. Castiçal de vela de phyllostachys aurea.

Um dos trabalhos que desenvolvi. Castiçal de vela de phyllostachys aurea.

Incensário feito de bambusa vulgaris.

Incensário feito de bambusa vulgaris.

Enquanto isso…
…Vamos mudando a cara do quintal. Desta vez estamos trazendo a horta pra frente, pois em breve o inverno vai trazer menos sol para a parte de trás do terreno.

Adubamos a terra com nossa boa e envelhecida compostagem caseira, “made in” latão de 18litros por 6 meses!

Foi plantado sálvia, manjericão roxo, cebolinha, pimentão bolsa de frade amarelo, tomate italiano e comum, nirá, pimenta dedo-de-moça, bertalha, couve, orégano, coentro selvagem e hortelã.

Quanta coisa!

 

 

Observe no fundo à direita: a recém criada APA da Água Escondida

 

 

Criando a área

Criando a área

 

Preparando e adubando a terra.

Preparando e adubando a terra.

 

Fazendo a transposição das mudas

Fazendo a transposição das mudas

 

Finalizando o plantio....

Finalizando o plantio....

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